A corrupção ameaça “inviabilizar” a cooperação global para combater as mudanças climáticas, alertou a transparência da transparência do cão -de -enxerto em um relatório na terça -feira.

Seu “Índice de percepções de corrupção” para 2024 mostrou que muitos países envolvidos na ação climática – como hospedeiros das cúpulas climáticas das Nações Unidas ou porque estão em risco com o aumento das temperaturas – pontuaram mal ou piores do que antes.

“As forças corruptas não apenas se moldam, mas geralmente ditam políticas e desmontam verificações e contrapesos”, disse Maira Martini, CEO Internacional da Transparência em comunicado.

“Devemos urgentemente erradicar a corrupção antes que ela atrapalhe totalmente a ação climática significativa”.

O enxerto podia ver fundos destinados a combater o aquecimento global desviado para outros fins e enfraquecer a implementação dos regulamentos ambientais, disse o grupo.

O relatório anual atribui aos países um maior risco percebido de corrupção do setor público uma pontuação mais baixa em uma escala de zero a 100.

O Brasil, por exemplo, o anfitrião das negociações climáticas da ONU da ONU da ONU 30, recebeu uma pontuação de 34, sua classificação mais baixa.

O convocador da cúpula anterior para a ação climática internacional, o Azerbaijão produtor de petróleo, marcou apenas 22.

Enquanto isso, os Emirados Árabes Unidos, que nomearam o chefe da empresa estadual de petróleo para presidir o policial que hospedou em 2023, teve uma pontuação relativamente melhor de 68.

O relatório também destacou as pontuações em declínio em países mais ricos que muitas vezes assumiram um papel de liderança nas negociações, incluindo o Canadá (75), a Nova Zelândia (83) e os Estados Unidos (65).

A corrupção nesses países “mina o progresso global mais”, afirmou o relatório.

“Essas nações têm a maior responsabilidade de liderar objetivos climáticos ambiciosos, reduzir as emissões em escala e construir resiliência em todo o mundo”, afirmou.

Entre os países mais expostos às mudanças climáticas também estavam alguns dos piores escores do índice, como o Sudão do Sul (oito), Somália (nove) e Venezuela (10).

“Pessoas marginalizadas geralmente têm menos opções para se adaptar a clima e poluição extremos, deixando -os mais precisando de apoio do governo”, afirmou o relatório.

Uma solução seria ter melhores “métricas e estruturas para transparência e responsabilidade climáticas” para rastrear melhor o progresso e garantir que os fundos sejam usados ​​corretamente, segundo o relatório.

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