O campeonato internacional, nomeado como a World Rescue Challenge, avalia equipes de socorro em urgência e emergência. No início de agosto, foi realizado em São Paulo uma seletiva estadual para destacar profissionais da saúde de Rio Preto e região.

A avaliação envolve profissionais da saúde pública, militares e civis, nas modalidades de Salvamento Veicular e Atendimento ao Trauma. A responsabilidade de avaliação é da Escola Superior de Bombeiro (ESB).

A equipe do SAMU 192, da cidade de Rio Preto, participou do campeonato, na modalidade Trauma, sendo representada pelos enfermeiros Luana Bueno Garcia, Edenilson Euzébio e Elaine Boreli Gianini, sendo assim classificada.

Os profissionais compõem também o Núcleo de Educação em Urgência (NEU), responsável pelo treinamento de profissionais de 31 municípios, que compõe o SAMU 192 Regional.

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Dessa forma, com a conquista, os profissionais se classificam para participar da fase nacional do torneio.

Conheça o torneio

O desafio de resgate é uma competição anual e reúne equipes de diversos países.

Em 2016, a competição aconteceu na cidade de Curitiba (PR), tendo como realizadores a Associação Brasileira de Resgate e Salvamento (ABRES) e a World Rescue Organization (WRO) e como principal apoiador o Corpo de Bombeiros do Paraná.

O evento gira em torno dos desafios de resgate veicular e trauma. Sendo que, o resgate veicular, conta com equipes de cinco bombeiros e um médico, paramédico ou socorrista.

Confira as três modalidades de avaliação:
(1) prova standard: a equipe enfrenta um cenário simulado, dentro de um rol predeterminado, envolvendo uma colisão entre carros, podendo haver anteparos, com uma vítima de enclausuramento mecânico a ser retirada em no máximo 20 minutos.

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(2) Já na etapa rápida, a equipe terá de desempenhar a mesma retirada em apenas 10 minutos, devido ao quadro de saúde da vítima tornar-se instável.

(3) Por fim, na base complexa, o cenário é mais complicado, podendo envolver mais veículos. O número de vítimas aumenta para duas, sendo possível encarceramento físico tipo dois (membro simulado preso às ferragens) e quadro clínico agravado.

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